Hoje é dia de Ada Byron Lovelace, matemática e filha de Lord Byron.

Do site Answers.com:

It’s true that many people consider the first computer program to have been written by Ada Byron Lovelace. Ada — a high-level Pascal-based programming language is named for her. The first scientific programming languages were written in the 1950s; IBM’s FORTRAN was the first major scientific computer language, and is still used in some programs today. Ada Lovelace, daughter of the poet Lord Byron, loved mathematics. Her translation of and accompanying notations to an article about Charles Babbage’s analytical engine have been called the first computer program. Lovelace broke ground as a woman in a mostly man’s world of math and science. In her honor, March 24 is known as Ada Lovelace Day, an international day of blogging to recognize the achievements of females in technology and science. Both men and women should feature women and their accomplishments in a blog post today!

Numa visita ao Memorial do Imigrante, vimos o “verdadeiro” computador steampunk: uma máquina tipográfica.

Claro, é brincadeira (o Memorial não tinha exemplares da calculadora de Babbage). Mas bem que parece!

Prensa tipográfica

Pensando bem, não importa mais se eu vivo na ficção ou na realidade.

A realidade é muito limitada. Você pode sair voando pela janela? Pode voltar no tempo? Pode se teletransportar? Não. Então, por que não imaginar tudo o que você não pode fazer de verdade?

Uma das minhas diversões preferidas é ficar num café escrevendo num caderninho, como se eu fosse uma escritora anotando detalhes de acontecimentos ou tipos físicos para escrever um livro. Adoro pensar que eu sou uma intelectual em Paris e que as pessoas olham tentando descobrir o que estou escrevendo, se é sobre elas, se vão virar personagens de uma história.

Outra coisa que eu gosto de fazer, quando estou no metrô, é ver aqueles túneis e corredores passando e imaginar que eu estou num mundo como o de “A Cidade e as Estrelas”, de Arthur C. Clarke, ou no filme “Subway”, de Luc Besson. Ou em elevadores que levam a outras eras no tempo, como em “O Fim da Eternidade”  de Asimov, ou ainda em outro mundo e tempo qualquer.

E onde está a linha divisória? Eu escrevi este texto no café V da Livraria Cultura ou no notebook, em casa, fingindo estar no café?

A resposta importa?

Então aqui vai: eu escrevi num caderno, no Fran’s Café, porque o V estava lotado (como sempre).

Esse foi o piquenique vitoriano do Conselho Steampunk no Parque Trianon, que contou com visitas de outras ficções, também (Alice, cosplay).

Espero que tenha muito mais!

Meu sonho adolescente era ser astrônoma (culpa do Planetário, de uma enciclopédia que eu li fascículo a fascículo e de Star Trek). Fui até pros EUA e pro Rio de Janeiro pra saber das faculdades (não tinha graduação em SP).

Fiquei pensando como seria se eu tivesse mesmo virado as coisas que eu queria ser…

Em um dos meus futuros alternativos, eu estudaria nos EUA. Sabe-se lá no que daria, não me adaptei ao estilo de vida de lá.

Em outro, eu estudaria em Cambridge ou Oxford. Acho que morreria de tédio, é muito formal pro meu gosto.

Em outra linha de tempo, eu teria sido fotógrafa. Também não sei se eu teria personalidade pra isso, na época.

Em alguma dimensão paralela, eu sou publicitária, ou talvez tenha conseguido continuar estudando web design pra não ser uma designer sofrível.

Bom, no momento eu estou consciente deste tempoespaço aqui, onde eu não sou nada disso acima…

e tentando escolher a timeline certa pro futuro possível.

Descobri que existe um fuso horário dimensional na Linha Verde do metrô, conforme post abaixo… agora notei o seguinte:

- quando eu vou no sentido Vila Madalena, o relógio adianta 2 minutos.

- quando eu vou no sentido Ipiranga, o relógio atrasa 2 minutos.

Este post é baseado em observações reais,  porém o delírio ficcional é totalmente responsabilidade minha. :)

Mais lenha sintética na fornalha! (pra não acabar com as florestas… rs… ficção é pra essas coisas)

Colaborando com o selo:

Photobucket

Quando eu viajo de metrô pela linha Paulista, o relógio do celular sempre dá um salto de 2 minutos. :)


(Tá, eu sei que deve ter explicação, mas não custa fazer de conta…)

… eu criei uma série de montagens inspiradas na idéia de “time capsule”, mais uma vez unindo passado e futuro. Juro, nem imaginava que existisse Steampunk!


As fotos estão pequenas, mas dá para ter uma idéia – algumas têm engrenagens reais de relógios analógicos.


"Ciclos"

"Ciclos"

Spheres

"Spheres"

"Tunnel"

"Tunnel"

"Time Machine"

"Time Machine"

Time Capsule

"Time Capsule"

"Pirâmide"

"Pirâmide"

As peças ao por-do-sol

As peças ao por-do-sol

Fabriquei alguns gadgets em janeiro, mas acabei não guardando.

Aplique para minhas "electric boots" (inspiração, "Bennie and the Jets"

Aplique para minhas "electric boots" (inspiração, "Bennie and the Jets"

Óculos de natação transformados em goggles

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Óculos de visão Raio-Y!

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Ye olde phaser

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Super pistola de raios laser

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